quinta-feira, 22 de março de 2012
Você faz um seguro do seu carro, de sua residência, de saúde, etc, para não se desesperar em momentos difíceis, como um acidente no trânsito,vendaval ou doença. Saiba como agir, com tranquilidade (dentro do possível), numa dessas situações. Tudo Sobre Seguros http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=383 orienta passo a passo o que deve ser feito.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Dicas para deixar o seguro do carro mais barato!
A CONCORRÊNCIA ESTÁ BRAVA? ENTÃO PESQUISE MAIS Ninguém sabe, com precisão, quantos veículos circulam pelo Brasil. As estimativas variam largamente, entre 35 milhões e 40 milhões. Para as seguradoras, essa frota ainda é um campo inexplorado. Elas avaliam que apenas um em cada cinco veículos tem seguro. “O crescimento recente da frota não foi acompanhado pelo aumento do mercado segurador”, diz Paulo Umeki, diretor de produtos da Liberty Seguros. Isso pressionou os preços para baixo. Nas contas do setor, as apólices estão de 15% a 20% mais baratas do que estavam na metade do ano passado. Por isso, a ordem é, antes de mais nada, pesquisar em várias seguradoras e ver quem oferece os melhores preços e benefícios.
ABUSE DO SEU CORRETOR A regra é clara: toda venda de seguros tem de ser intermediada por um corretor. Mesmo quem faz um seguro na agência do banco onde tem conta também acaba deixando algum dinheiro na corretora de seguros do próprio banco. Já que o corretor é uma figura indispensável, o melhor é transformá-lo em um aliado na hora de decidir. “O corretor tem de ser visto como um consultor, que vai ajudar o segurado a encontrar o produto mais adequado”, diz Marcelo Prieto, especialista em seguros automotivos da americana Marsh, uma das maiores corretoras de seguros do mundo. Por exemplo, um bom corretor pode analisar seu perfil de risco e notar que você dirige com muito cuidado e nunca provoca pequenos acidentes, que quebram lanternas e faróis. Nesse caso, é pouco provável que você precise acionar a seguradora para fazer esses reparos. Tente negociar com o corretor para transformar esse risco baixo em vantagem: aumente o valor da franquia (ou seja, da sua parcela de culpa em caso de acidente) e reduza o valor que você vai pagar pelo seguro.
CUIDADO COM SEGUROS DE BANCO Há alguns anos, comprar seguros em um banco era garantia de pagar caro e ter um produto ruim. As seguradoras ligadas aos bancos tinham nos correntistas uma clientela cativa, e por isso não precisavam se esforçar muito. Hoje isso mudou. Alguns bancos não possuem seguradoras próprias e redistribuem produtos de diversas companhias, o que eleva as probabilidades de o segurado fazer um negócio melhor. Mesmo assim, as comodidades oferecidas pelos bancos, como débito em conta, por exemplo, podem esconder preços altos e apólices ruins, que oferecem poucas oficinas.
FACILIDADE É ÓTIMO, MAS PODE CUSTAR CARO Companhias de seguros são especialistas em calcular riscos e transformar essas probabilidades em preço. O mesmo vale para os serviços oferecidos. A tendência mais recente é ampliar o seguro automotivo além dos limites do veículo e oferecer mimos como conserto de eletrodomésticos, serviços de eletricista, encanador e chaveiro, desconto em estacionamentos e despachante gratuito. Tudo é muito bom, mas tem seu preço, e é preciso cuidado na hora de escolher. “Muitas seguradoras oferecem produtos glamourosos, como carro reserva e desconto em viagens, mas o segurado tem de calcular se ele vai ou não usá-las”, diz um consultor. “A escolha tem de ser basicamente em função do preço, os serviços adicionais devem servir no máximo como critério de desempate.”
INSTALE UM RASTREADOR Uma das poucas maneiras de baixar seu risco é instalar um rastreador. Foi o que fez o marceneiro Douglas Antonio Cavazane. Entusiasta das peruas Parati, há cerca de um ano ele comprou uma delas, modelo 2000. “É um veículo confortável, que serve tanto como utilitário quanto como veículo de passeio”, diz ele. Para azar de Cavazane, os ladrões também gostam muito das Parati – ele mesmo teve uma delas roubada há cinco anos –, o que encarece os seguros. Ao pesquisar preços, Cavazane recebeu uma ajuda de sua corretora. Ofereceram a ele a possibilidade de instalar, gratuitamente, um rastreador no carro. “Isso reduziu o preço em 20%. Em vez de pagar 3 000 reais, paguei 2 400”, diz Cavazane. Como o rastreador torna mais difícil que os veículos roubados desapareçam na névoa dos desmanches ilegais, o risco da seguradora diminui e o preço baixa. Se a seguradora não oferecer o rastreador, veja se você pode instalá-lo por conta própria e ser compensado pela redução do valor do seguro.
CONHEÇA SEUS RISCOS O que você diria ao motorista daquele Mercedes-Benz SLK novinho que estacionou ao seu lado no restaurante se soubesse que ele roda em São Paulo sem nenhum seguro? Isso mesmo, nenhum seguro. Provavelmente você recomendaria sua internação no hospital psiquiátrico mais próximo, até saber que ele é alto executivo em uma seguradora. A explicação para essa atitude aparentemente tresloucada é um apurado cálculo de risco. “Minha família tem diversos carros e nós usamos o Mercedes apenas para rodar aos domingos e perto de casa”, diz o executivo dono desse SLK. Ele explica que o veículo é pouco comum no Brasil, e por isso não há muita demanda por peças de reposição. Também se destaca no trânsito e é facilmente detectável pela polícia. Portanto, não é um carro muito visado pelos ladrões. Ou seja, nesse caso, é possível dirigir sem seguro. Pelas contas do executivo, segurar o Mercedes custaria 10 000 reais por ano. “Seria um dinheiro mal gasto. Eu prefiro segurar os automóveis que a família usa para trabalhar”, diz o executivo, que, por razões óbvias, prefere não aparecer. “Meu patrão me mata se souber que contei essa história.” Esse exemplo pode ser seguido por quem possui mais de um veículo. Aquele terceiro carro, usado apenas em dias de rodízio e com vários anos de uso, pode ficar sem seguro, ou apenas com um seguro contra danos a terceiros. “Algumas empresas que possuem grandes frotas simplesmente não fazem seguro”, diz Marcelo Prieto, da Marsh. “Na ponta do lápis, o prejuízo de ter alguns veículos acidentados ou furtados no ano é menor que proteger a frota toda.”
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Divórcio tem seguro?
No Brasil ainda, não. Mas nos Estados Unidos, sim. Não se trata de um certificado de garantia de que o casal viverá feliz para sempre até que a morte os separe. Longe disso, até porque sentimentos e relacionamentos amorosos não são eletrodomésticos que vêm com garantia contra defeitos de fabricação.
O seguro divórcio tem a finalidade de indenizar as despesas de um divórcio com custas judiciais, honorários de advogado ou arrumar uma nova casa ou apartamento. O seguro custa U$ 15,99 por mês para cada US$ 1.250 de cobertura, o que corresponderia a uma unidade.
Se quem fez o seguro comprou 10 unidades e divorciou-se depois de 10 anos teria pago US$ 19.188 e recebido indenização de US$ 27.500. Esta quantia, evidentemente, não compensa o estresse de uma separação ou divórcio, dois dos eventos mais dolorosos que se pode passar na vida.
Além do desgaste emocional, quem já viveu as experiências afirma: casar custa caro e separar, mais ainda. E quando o dinheiro entra em discussão, os riscos são maiores e poderia ser cômodo transferi-los para uma apólice de seguro. Atenta à possibilidade do agravamento dos riscos, como, por exemplo, pessoas com relacionamentos afetivos voláteis ou com histórico familiar de divórcios seguidos, a seguradora norte-americana adota uma política de avaliação de riscos e de cálculos atuariais.
Decidir pela contratação de um seguro divórcio antes do casamento ou na fase em que o casal vive o período de encantamento pode até gerar uma crise pré-matrimonial, movida pela instalação de um clima de desconfiança mútua, segundo especialistas no assunto. Para ajudar as pessoas a saberem se elas realmente precisam comprar o seguro, a empresa que lançou o produto nos EUA tem uma "Calculadora de custos do divórcio" e uma "Calculadora de probabilidade de divórcio" em seu site: http://www.wedlockdivorceinsurance.com/Divorce_ProbabilityA.html
Fonte: www.tudosobreseguros.org.br
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Samcil deixa de atender na região do grande ABC
quinta-feira, 17 de março de 2011
Planeta Sustentável!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Uso do FGTS e da poupança para compra de imóveis tendem a diminuir!
Os recursos das cardenetas de poupança e do FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço), atualmente utilizados em sua maioria para o financiamento da compra de imóveis, serão insuficientes, em três ou quatro anos, para o SFN (Sistema Financeiro Nacional) manter o ritmo crescente de investimentos em novas moradias. A avaliação é do presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habilitação do Estado de São Paulo), João Crestana.
Para ele, a cadeia envolvida no setor precisa discutir formas de promover ajustes legais e culturais que viabilizem novas fontes de recursos destinadas ao financiamento habitacional. Bancos públicos e privados, a Abecip (Assossiação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) e empresas securitizadoras devem estudar a questão, sugere Crestana.
Números da Abecip mostram que as instituições bancárias financiaram, 1,052 milhões de imóveis residenciais no ano pasasado, no valor de R$ 83,7 bilhões, com aumento recorde de 67% no volume de recursos, em relação a 2009. O crescimento do número de moradias foi de 57%. Esses índices foram atingidos com recursos do FGTS, que financiou 631 mil imóveis. O SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) financiou a compra de 421 mil moradias, no período.
Principal financiadora habitacional do país, a Caixa Econômica executa todos os programas do governo que facilitam o acesso da populações de baixa renda à casa própria, incluindo o programa Minha Casa, Minha Vida. Desde março de 2009, quando foi criado, o programa consumiu R$ 51,3 bilhões na contratação de 1,005 milhão de moradias.
A determinação da presidente Dilma Roussef é para que, na segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, sejam financiados mais de 2 milhões de moradias até 2014. Como os níveis de utilização de recursos de poupança e do FGTS estão muito altos, beirando 70% dos respectivos estoques, segundo a Caixa, Crestana defende que haja fontes alternativas de financiamento habitacional.
O presidente da Abecip, Luiz Antônio Nogueira de França, faz o mesmo alerta. Ele lembra que, além do financiamento habitacional, haverá gastos vultosos também por conta da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Para ele, o constante crescimento do mercado imobiliário exige a definição urgente de outras opções de crédito como securitização, letras de crédito imobiliário (LCI) e letras financeiras com lastro imobiliário (LTI), hoje em estudo pelo Banco Central, pela Caixa e por demais agentes financeiros.
Fonte: R7
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Música e performance na atividade física!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Mau humor crônico pode ser doença

Os ranzinzas devem deixar a cara fechada de lado e parar de brigar. Mau humor e irritabilidade em excesso podem caracterizar uma doença chamada distimia - tipo de depressão caracterizada pelo mau humor crônico, baixa autoestima e dificudade de relacionaento.
"Os sintomas da doença não aparecem repentinamente e são de intensidade leve, se comparados com episódios depressivos graves", diz Ricardo Moreno, psicólogo do Hospital das Clínicas da FMUSP.
Como a doença demora algun dias para aparecer, muitos zangados confundem as eventuais falta de humor e prazer com os sintomas da distimia. "É natural que, de vez em quando, as pessoas apresentem uma ligeira variação de humor. Issó é preocupante quando o quadro permanecer por 15 dias ou mais", explica Moreno.
Hoje a doença atinge 5% da população mundial e é mais frequente em jovens entr 20 e 25 anos. Quando não tratada ou controlada, a distimia pode evoluir para casos de depressão crônica. Por isso o diagnóstico precoce é tao importante.
O tratamento do distímico é longo e deve ser feito com psicoterapia e medicamentos antidepressivos. " Mesmo que o idivíduo tenha uma melhora significativa, é importante persistir no tratamento, para evitar novos episódis", diz Moreno.
Fonte: Metro
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Brasil vira foco de montadoras de Estados Unidos e Europa.
País já é o 3º mercado da Ford, General Motors, Renault e Volkswagen. Há dois anos, a Fiat do Brasil ultrapassou a matriz e é a que mais vende.O Brasil já foi considerado uma "aventura" por multinacionais do setor automobilístico. Hoje é o 3º mercado mais importante para grandes grupos - Ford, General Motors, e o que mais vende carros da Fiat.
Com venda recorde de 3,5 milhões de veículos novos em 2010, o país confirmou o inédito posto de quarto maior mercado mundial. Com isso, as filiais das montadoras ampliaram as contribuições o negócios globais, ajudando a amenizar resultados negativos das empress mães nos Estados Unidos e Europa.
Há dois anos, a Fiat do Brasil, ultrapassou a matriz italiana e é a que mais vende carros da marca no mundo. Nesse período, ampliou sua participação dos negócios globais de 30,5% para 35%.
A Fiat vendeu cerca de 690 automóveis em sua terra natal em 2010 e 760,5 mil no Brasil. O grupo tem fábricas em oito países, entre os quais Polônia - terceiro maior consumidor - e Índia.
Em dezembro passado, a Fiat anunciou a construção de uma fábrica no Brasil em Pernambuco que consumirá investimentos de R$3 bilhões e será capaz de produzir 200 mil veículos por ano.
Fonte: G1
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Venda de carros e comerciais leves é recorde em dezembro.
São Paulo - As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil e dezembro bateram o recorde histórico de março de 2010, somando 361,3 mil unidades, informou uma fonte com acesso aos dados à Reuters nesta segunda feira.Em todo o ano de 2010, as vendas somaram 3,33 milhões de unidades, um crescimento de 10,6 % sobre as 3,01 milhões de 2009. O volume anual confirma expectativa da indústria sobre o quarto recorde consecutivo das vendas no setor.
Na coparação com novembro, as vendas de dezembro fora 16% maiores e ante o mesmo mês de 2009 houve alta de 30%.
O recorde mensal anterior, de março de 2010, era de 337,4 mil automóveis e comerciais leves e tinha sido impulsionado pela antecipação dos consumidores à retirada de incentivos às vendas concedidos pelo governo federal quando a crise financeira internacional atingiu o país no final de 2008.
Nos últimos anos, o mês de dezembro vem apresentando picos de emplacamentos de veículos, em um movimento e que montadoras e distribuidores correm para fechar seus balanços.
A associação que representa os concessionários de veículos, Fenabrave, apresentará dados de vendas em dezembro e de 2010 do setor na quarta-feira, dia 5. A entidade que representa as montadoras instaladas no país, Anfavea, apresentará um balanço da indústria, também incluindo produção e exportações, na quinta-feira, di 6.
Para 2011, a Anfavea espera renovação do recorde de vendas de 2010, para 3,63 milhões de veículos - incluíndo também caminhões e ônibus.
Embora a Fiat tenha encerrado 2010 na liderança do setor, General Motors e Ford apresenta os maiores crescimentos de vendas entre as quartro principais montadoras de veículos do país.
A montadora italiana encerrou 2010 com vendas de 760.495 automóveis e comerciais leves, alta de 3,2 % sobre o volume vendido em 2009. Volkswagen comercializou 700.354 veículos, crescimento de 2,3%. A General Motors, registrou 657.700 emplacamentos, expansão de 10,4. A Ford fechou. A Ford fechou o ano com 336.281 unidades vendidas, alta de 10,6%.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Começo de ano e impostos pesam no primeiro bimestre.
Impostos e educação pesam no primeiro bimestre.
Basta chegar janeiro que os brasileiros de deparam com uma amarga realidade. Após um final de ano com o orçamento "engordado" por receitas extraordinárias - como o 13 salário, os "bônus" dos que atuam no setor corporativo, etc -, o orçamento familiar tem de invariavelmente lidar com a concentração de despesas típicas do primeiro bimestre. Destacam-se tributos e gastos com educação (veja o quadro).
Se os consumidores se descuidam, comprando presentes além da conta, por exemplo, correm o risco de "torrar" boa parte ganho extra de novembro e dezembro e se verem em dificuldade para pagar as faturas do ano que se inicia. Pior ainda se fazer dívida com parcelas vencem já no primeiro mês do ano. para que ninguém tenha de se privar do "prazeres" do Natal e do Reiveillon sem se arrepender depois, nada melhor que disciplina e planejamento.
Fonte: veja
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Ar- condicionado aumenta o consumo do carro?
O ar-condicionado aumenta o consumo em cerca de 10%.Essa é a dúvida de vários motoristas. E a resposta é depende...
O uso do ar-condionado aumenta o consumo em cerca de 10%. Em contrapartida, um carro com vidros abertos também gasta 10% a mais ( a partir dos 70 Km/h).
Isso é causado pelo arrasto aerodinâmico do vento que entra na cabine. Os vidros abertos funcionam como se fossem um paraquedas, freando o carro e aumentando o consumo.
Ou seja, pensando apenas no lado econômico, se você rodar a velocidades inferiores a 70 Km/h (uso urbano), compensa andar com os vidros abertos. Caso contrário (uso rodoviário), o ar condicionado é mais vantajoso.
Na prática, porém, a economia gerado ao usar o carro com vidros abertos na cidade, não compensa a exposição ao risco de ser assaltado em um farol.
Se você tem um automóvel com ar-condicionado, prefira sempre andar com os vidros fechados. É mais confortável e bem mais seguro.
Fonte: R7
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Rastreador da Ituran



terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Brasil sobe no ranking da educação.
O país conseguiu superar a barrera dos 400 pontos em leitura de ciências, mas ficou abaixo desse patamar em matemática. O resultado, no entando, ainda está longe de ser positivo. Nas três áreas, pelo menos a metade dos jovens brasileiros não consegue passar do nível mais básico de compreensão.
Pisa avalia estudantes de 15 anos completos em todos os países membros da OCDE, mais os convidados - como Brasil, México, Argentina e Chile, entre outros. Em 2009, ano da prova mais recente, foram selecionados 400 mil jovens em todo 0 mundo, incluindo 20 mil brasileiros de todos os estados. A escolha pela faixa etária permite uma comparação entre os diferentes países, mesmo que os sistemas de ensino sejam diferentes.
Evolução
A matemática ainda é o ponto mais fraco dos estudantes do país. Apesar de ter subido 16 pontos, a média nacional - de 386 - ainda fica 111 pontos abaixo da média da OCDE. Em ciências, a média brasileira subiu 15 pontos e chegou a 405, enquanto a leitura, onde houve a maior evolução - 17 pontos - alcançou 412.
Os melhores números, no entanto, ainda deixam uma boa parte dos alunos pelo caminho. Em leitura, quase metade dos brasileiros avaliados alcança apenas o nível 1. Em três anos, houve uma melhoria de apenas 6%. O nível significa que esses adolescentes são capazes de encontrar informações explícitas nos textos e ralacioná-las com o cotidiano deles. E só. Não são analfabetos, mas têm somente o grau mínimo de habilidade de leitura.
Em matemática, 69% dos estudantes do País chegam apenas ao nível 1, contra 73% em 2006. Esses jovens não conseguem ir além dos problemas mais básicos e têm dificuldades de aplicar conceitos e fórmulas. Na avaliação da OCDE, eles teriam inclusive dificuldades de tirar proveito de uma educação mais avançada.
Em ciências, 54,2% dos brasileiros avaliados ficaram no nível 1 - ou seja, conseguem apenas entender o óbvio e têm enormes dificuldades de usar ou compreender essa disciplina. Em 2006, 61% estavam nesse patamar.
Na outra ponta, apenas 1,3% dos estudantes atinge os níveis de 5 a 6 em leitura, 0,8% em matemática e 0,6% em ciências.
A evolução revelada na prova foi comemorada pelo governo, já que em apenas três anos o País conseguiu mostrar, pela primeira vez, resultados consistentes. Entre 2003 e 2006, a média geral brasileira havia crescido apenas um ponto. Em leitura, havia caído 10, e permanecidos estável em ciências. Apenas matemática havia crescido. Nesta edição, o Brasil conseguiu superar, na América Latina, Colômbia e Argentina, mas ainda está atrás do Chile, Uruguai e México.
Fonte:Veja
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Venda de carros tem o 2º melhor mês da história.
Ao longo de novembro, a média diária de vendas foi de 16 mil veículos mas, tradicionalmente, no fim do mês há um aumento de registros. No acumulo do ano, os negócios já somavam 3,11 milhôes de veículos até segunda-feira. Cerca de 18% desse volume é de modelo importado.
Em todo ano passado foram vendidos 3,14 milhôes de veículos. Os dados apontam que a indústria deve atingir com folga a projeção de vendas de 3, 4 milhões de unidades em 2010. O que representará o aumento de 8,2% em relação ao ano passado e novo recorde para a indústria. Para 2011, a previsão do setor é continuar crescendo, mas em ritmo menos, de 5% a 6%.
Fábio Silveira, da RC Consultores, aposta em um mercado superior a 3,7 milhôes de veículos em 2011, mas com participação ainda maior dos importados, que deve chegar a 20%.
"É importante estar atento ao crescimento extraordinário das importações", alerta Silveira. Para ele, o desempenho não deve chegar a colocar a indústria nacional em cheque, mas medidas são necessárias para evitar um avanço maior. " A indústria precisará avançar no processo de modernização, mas também são necessárias mudanças no ambiente macroeconômico que envolvem redução da carga tributária em alguma modalidade e também no sistema bancário, que precisa encontrar uma forma de baratear o custo de capital de giro".
Preços estáveis. O diretor da Consutoria ADK , Paulo Roberto Garbossa, também acredita que "o fôlego de mercado brasileiro vai continuar no próximo ano, pois a competição será mais forte, com a pulverização maior de marcar no mercado.
Só em automóveis e comerciais leves foram vendidos em novembro 289,7 mil unidades até o dia 29, alta de 8,2 % em relação a outubro. No ano, as vendas somam 2,94 milhôes de unidades, cera de 8% a mais em relação ao mesmo período de 2009.
Juros em queda, prazos longos para financiamento, aumento da massa salarial e preços estáveis impulsionaram o mercado. Segundo indice AutoInforme/Molicar, de janeiro a outubro os preços médios dos carros novos subiram 1,59%, ante a inflação de 5,08% medida pela IPC da FIPE.
Em novembro os modelos mais vendidos foram Gol (27,9 mil unidades até sgunda-feira), Uno ( 21,7 mil), Celta (13,2), Corsa sedã ( 12,6), Fox (11,4) e Palio (11,2). Entre as fabricantes a Fiat segue na liderança com 22,4% das vendas, seguidas por VW com (21,8) e GM (19,2).
Fonte: Estadão
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Curioso caso ainda sem explicação científica.
Os mineiros, quase todos irlandeses, criaram a Mollie Marguires, uma sociedade secreta que tinha como objetivo reduzir os demandos dos proprietários das minas de carvão da Pennsylvana.
A Mollie Maguires realizou manifestações e, também, tulmutos, onde morreram cerca de 150 pessoas. Oa proprietários das minas resolveram contra-atacar, solicitando o serviço de uma agência de detetives, que colocou um dos sesu agentes infiltrados entre os operários. Logo esse agente se tornava um dos membros da Mollie Maguires. Com seus relatos, doze integrantes da sociedade secreta foram condenados a forca em 1877. Entre os condenados estava Alexander Campbell, que jurava ser inocente pelo assassinato de um supervisor de uma das minas, Porem seu algozes não levaram em conta sua declaração e o mataram.
Era arrastado para a cela 17, de onde aguardaria o momento de sua morte, Campbell esfregou a sua mão esquerda no chão e pressionou-a contra a parede, declarando aos gritos:
- Está impressão permancerá aqui para sempre, como prova de minha inocência.
A profecia de Campbell se cumpriu. Ainda hoje, pode ser vista a sua impressão palmar crivada na cela onde aguardou, inconformado, a morte. Nenhum dos vários esforços para retirar a marca teve êxito. Em 1930, um xerife recentemente eleito, prometeu retirar a impressão, mandando substituir o pedaço de reboco que tinha a marca de Campbell por um novo. Na manhã seguinte, o xerife voltou a Cela 17 e a impressão de Campbell novamente se encontrava na parede. Em 1978, um pintor de entrou às escondidas e pintou aquele pedaço de reboco, mas, para seus espanto, a impressão voltou a ficar visível na tinta fresca, para mostrar a todos os seus observadores o erro que implicou no sacrifício de uma vida.
Mundo estranho.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Cultura e lazer na cidade de São Paulo: A peça TPM está em cartaz.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sustentabilidade
Cientistas taiwaneses estão desenvolvendo o bio-LED, que consiste em folhas de árvores que emitem luz própria, de coloração vermelha. Pode parecer filme de ficção científica, mas é real: nanopartículas de ouro são introduzidas nas árvores e fazezm com que a clorofila "se acenda".