quinta-feira, 22 de março de 2012

Aconteceu um sinistro... E agora?

Você faz um seguro do seu carro, de sua residência, de saúde, etc, para não se desesperar em momentos difíceis, como um acidente no trânsito,vendaval ou doença. Saiba como agir, com tranquilidade (dentro do possível), numa dessas situações. Tudo Sobre Seguros http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=383 orienta passo a passo o que deve ser feito.

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Para mais informações acesse:
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dicas para deixar o seguro do carro mais barato!

Seguro automotivo é um acessório praticamente indispensável para o motorista das grandes cidades brasileiras, mas quem compra torce para não precisar dele. Mesmo o melhor seguro – que oferece a maior indenização, o prêmio mais barato e os melhores serviços – só será usado em momentos desagradáveis, como roubo ou acidente. Pior que isso, o seguro pode ser um acessório muito caro: basta perguntar ao seu vizinho cujo xodó é aquele Fusca 1977 impecável se ele consegue comprar um seguro para ele. A resposta será um redondo não. O preço é impraticável. “No caso de carros antigos e fora de linha, o prêmio cobrado do segurado pode chegar à metade do valor do veículo”, afirma Osvaldo Nascimento, executivo responsável pelos seguros do grupo Itaú. “É muito difícil encontrar peças de reposição em caso de acidente e os custos são elevados, por isso a seguradora acaba tendo de repassar parte deles ao segurado”, diz. Diante desse cenário, como fazer para pagar menos na hora de assinar o contrato? Os especialistas ouvidos por QUATRO RODAS listam seis recomendações para reduzir o custo dos seguros.
A CONCORRÊNCIA ESTÁ BRAVA? ENTÃO PESQUISE MAIS Ninguém sabe, com precisão, quantos veículos circulam pelo Brasil. As estimativas variam largamente, entre 35 milhões e 40 milhões. Para as seguradoras, essa frota ainda é um campo inexplorado. Elas avaliam que apenas um em cada cinco veículos tem seguro. “O crescimento recente da frota não foi acompanhado pelo aumento do mercado segurador”, diz Paulo Umeki, diretor de produtos da Liberty Seguros. Isso pressionou os preços para baixo. Nas contas do setor, as apólices estão de 15% a 20% mais baratas do que estavam na metade do ano passado. Por isso, a ordem é, antes de mais nada, pesquisar em várias seguradoras e ver quem oferece os melhores preços e benefícios.
ABUSE DO SEU CORRETOR A regra é clara: toda venda de seguros tem de ser intermediada por um corretor. Mesmo quem faz um seguro na agência do banco onde tem conta também acaba deixando algum dinheiro na corretora de seguros do próprio banco. Já que o corretor é uma figura indispensável, o melhor é transformá-lo em um aliado na hora de decidir. “O corretor tem de ser visto como um consultor, que vai ajudar o segurado a encontrar o produto mais adequado”, diz Marcelo Prieto, especialista em seguros automotivos da americana Marsh, uma das maiores corretoras de seguros do mundo. Por exemplo, um bom corretor pode analisar seu perfil de risco e notar que você dirige com muito cuidado e nunca provoca pequenos acidentes, que quebram lanternas e faróis. Nesse caso, é pouco provável que você precise acionar a seguradora para fazer esses reparos. Tente negociar com o corretor para transformar esse risco baixo em vantagem: aumente o valor da franquia (ou seja, da sua parcela de culpa em caso de acidente) e reduza o valor que você vai pagar pelo seguro.
CUIDADO COM SEGUROS DE BANCO Há alguns anos, comprar seguros em um banco era garantia de pagar caro e ter um produto ruim. As seguradoras ligadas aos bancos tinham nos correntistas uma clientela cativa, e por isso não precisavam se esforçar muito. Hoje isso mudou. Alguns bancos não possuem seguradoras próprias e redistribuem produtos de diversas companhias, o que eleva as probabilidades de o segurado fazer um negócio melhor. Mesmo assim, as comodidades oferecidas pelos bancos, como débito em conta, por exemplo, podem esconder preços altos e apólices ruins, que oferecem poucas oficinas.
FACILIDADE É ÓTIMO, MAS PODE CUSTAR CARO Companhias de seguros são especialistas em calcular riscos e transformar essas probabilidades em preço. O mesmo vale para os serviços oferecidos. A tendência mais recente é ampliar o seguro automotivo além dos limites do veículo e oferecer mimos como conserto de eletrodomésticos, serviços de eletricista, encanador e chaveiro, desconto em estacionamentos e despachante gratuito. Tudo é muito bom, mas tem seu preço, e é preciso cuidado na hora de escolher. “Muitas seguradoras oferecem produtos glamourosos, como carro reserva e desconto em viagens, mas o segurado tem de calcular se ele vai ou não usá-las”, diz um consultor. “A escolha tem de ser basicamente em função do preço, os serviços adicionais devem servir no máximo como critério de desempate.”
INSTALE UM RASTREADOR Uma das poucas maneiras de baixar seu risco é instalar um rastreador. Foi o que fez o marceneiro Douglas Antonio Cavazane. Entusiasta das peruas Parati, há cerca de um ano ele comprou uma delas, modelo 2000. “É um veículo confortável, que serve tanto como utilitário quanto como veículo de passeio”, diz ele. Para azar de Cavazane, os ladrões também gostam muito das Parati – ele mesmo teve uma delas roubada há cinco anos –, o que encarece os seguros. Ao pesquisar preços, Cavazane recebeu uma ajuda de sua corretora. Ofereceram a ele a possibilidade de instalar, gratuitamente, um rastreador no carro. “Isso reduziu o preço em 20%. Em vez de pagar 3 000 reais, paguei 2 400”, diz Cavazane. Como o rastreador torna mais difícil que os veículos roubados desapareçam na névoa dos desmanches ilegais, o risco da seguradora diminui e o preço baixa. Se a seguradora não oferecer o rastreador, veja se você pode instalá-lo por conta própria e ser compensado pela redução do valor do seguro.
CONHEÇA SEUS RISCOS O que você diria ao motorista daquele Mercedes-Benz SLK novinho que estacionou ao seu lado no restaurante se soubesse que ele roda em São Paulo sem nenhum seguro? Isso mesmo, nenhum seguro. Provavelmente você recomendaria sua internação no hospital psiquiátrico mais próximo, até saber que ele é alto executivo em uma seguradora. A explicação para essa atitude aparentemente tresloucada é um apurado cálculo de risco. “Minha família tem diversos carros e nós usamos o Mercedes apenas para rodar aos domingos e perto de casa”, diz o executivo dono desse SLK. Ele explica que o veículo é pouco comum no Brasil, e por isso não há muita demanda por peças de reposição. Também se destaca no trânsito e é facilmente detectável pela polícia. Portanto, não é um carro muito visado pelos ladrões. Ou seja, nesse caso, é possível dirigir sem seguro. Pelas contas do executivo, segurar o Mercedes custaria 10 000 reais por ano. “Seria um dinheiro mal gasto. Eu prefiro segurar os automóveis que a família usa para trabalhar”, diz o executivo, que, por razões óbvias, prefere não aparecer. “Meu patrão me mata se souber que contei essa história.” Esse exemplo pode ser seguido por quem possui mais de um veículo. Aquele terceiro carro, usado apenas em dias de rodízio e com vários anos de uso, pode ficar sem seguro, ou apenas com um seguro contra danos a terceiros. “Algumas empresas que possuem grandes frotas simplesmente não fazem seguro”, diz Marcelo Prieto, da Marsh. “Na ponta do lápis, o prejuízo de ter alguns veículos acidentados ou furtados no ano é menor que proteger a frota toda.”


Fonte: Quatro Rodas

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Divórcio tem seguro?

No Brasil ainda, não. Mas nos Estados Unidos, sim. Não se trata de um certificado de garantia de que o casal viverá feliz para sempre até que a morte os separe. Longe disso, até porque sentimentos e relacionamentos amorosos não são eletrodomésticos que vêm com garantia contra defeitos de fabricação.
Este é um novo tipo de seguro de acidentes, disponível no mercado dos EUA, para quem está preocupado em integrar as estatísticas do número crescente de divórcios. A criação do produto é de uma seguradora norte-americana, da Carolina do Norte, a partir da experiência pessoal do seu proprietário, John A. Logan, que sofreu um tremendo rombo financeiro quando se separou de sua mulher. Vejamos como funciona.
O seguro divórcio tem a finalidade de indenizar as despesas de um divórcio com custas judiciais, honorários de advogado ou arrumar uma nova casa ou apartamento. O seguro custa U$ 15,99 por mês para cada US$ 1.250 de cobertura, o que corresponderia a uma unidade.
A seguradora de Logan dá o seguinte exemplo: quem compra 10 unidades tem a cobertura inicial de US$ 12.500. Após o quarto ano de contratação contínua, a empresa acrescenta US$ 250 em cobertura para cada unidade, a cada ano. Para evitar que as pessoas contratem o seguro apenas às vésperas do divórcio, a seguradora fixou um prazo de quatro anos de carência para o resgate da cobertura contratada.
Se quem fez o seguro comprou 10 unidades e divorciou-se depois de 10 anos teria pago US$ 19.188 e recebido indenização de US$ 27.500. Esta quantia, evidentemente, não compensa o estresse de uma separação ou divórcio, dois dos eventos mais dolorosos que se pode passar na vida.
Além do desgaste emocional, quem já viveu as experiências afirma: casar custa caro e separar, mais ainda. E quando o dinheiro entra em discussão, os riscos são maiores e poderia ser cômodo transferi-los para uma apólice de seguro. Atenta à possibilidade do agravamento dos riscos, como, por exemplo, pessoas com relacionamentos afetivos voláteis ou com histórico familiar de divórcios seguidos, a seguradora norte-americana adota uma política de avaliação de riscos e de cálculos atuariais.
Decidir pela contratação de um seguro divórcio antes do casamento ou na fase em que o casal vive o período de encantamento pode até gerar uma crise pré-matrimonial, movida pela instalação de um clima de desconfiança mútua, segundo especialistas no assunto. Para ajudar as pessoas a saberem se elas realmente precisam comprar o seguro, a empresa que lançou o produto nos EUA tem uma "Calculadora de custos do divórcio" e uma "Calculadora de probabilidade de divórcio" em seu site:
http://www.wedlockdivorceinsurance.com/Divorce_ProbabilityA.html


Fonte: www.tudosobreseguros.org.br








sexta-feira, 8 de abril de 2011

Samcil deixa de atender na região do grande ABC

Mesmo após o anúncio de que a crise financeira não traria prejuízo aos clientes, a Saúde Samcil fechou as portas no grande ABC. O Hospital e Maternidade Mauá, pertence ao empresário Luiz Roberto Silveira Pinto, que morreu na segunda-feira, não abriu as portas ontem. A unidade era a única da rede que ainda prestava serviços na região.


O fechamento pegou os funcionários, sindicato e mesmo clientes de surpresa, uma vez que a Samcil desmentiu dia 06/04/2011 o encerramento das atividades. "Não fomos comunicados, ninguem avisou do fechamento. Vamos esperar passar essa fase e na próxima semana procuraremos o grupo para conversar", esclarece o presidente do SindSaúde/ABC (Sindicato dos Trabalhadores do Setor Privado de Saúde do Grande ABC), Waldir Tadeu David.


Entre os trabalhadores da rede, o clima é de pânico. A última reunião feita entre a diretoria e Silveira Pinto, na segunda, trouxe balanço que não mostrava outra opção a empresa a não ser entregar a carteira de clientes à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que desde Janeiro audita as finanças do grupo. "A informação que temos é de que a dívida global da rede ultrapassa os R$ 200 milhões e nossa única saída seria vender a carteira e pedir a intervenção completa", conta um funcionário que prefere não se identificar. De 2009 até aqui o grupo recuou de 710 mil vidas para 240 mil.


Cerca de 90% da rede credenciada ao grupo já cancelou atendimentos por falta de pagamento, e boa parte da própria também não atendeu a ninguém ontem. No hospital Panamericano, sede da Samcil e que ainda está funcionando, o relato dos trabalhadores é que faltam remédios, alimentação, exames e profissionais.


Apesar do panorama, os profissionais contratados em regime de CLT ainda não tiveram os salários atrasados, no entanto, autonômos que prestam serviços à rede não recebem a dois meses. "Em Maua, todos foram orientados a desligar equipamentos e descartar materiais", conta outro funcionário, que também prefere manter o nome em sigilo.


Terça-Feira (06/04/2011) a família Silveira Pinto participou de reunião com a direção e pediu mais uma semana para avaliar se entregará o hospital e decretará a falência. Questionada sobre o problema, a empresa avisa, em nota, que "está passando por uma transição de presidência e diretoria, e deve manisfestar-se assim que este processo transitório terminar."



fonte: multicalculosaude.com.br

quinta-feira, 17 de março de 2011

Planeta Sustentável!


Até 2020, aldeia japonesa quer zerar produção de lixo.
De acordo com o site superinteressante, o nome é do projeto é ZERO WASTE ACADEMY e a proposta um tanto quanto ambiciosa para a aldeia localizada no Japão, onde, segundo dados do próprio governo, há mais de 1500 incineradores utilizados para queimar o lixo proibido pela população. Ainda assim, a ONG Zero Waste, que comanda a iniciativa com ajuda do governo, garante: Até 2020, a aldeia de Kamikatsu, em Shikoku, zerará sua produção de lixo
Para isso, a região está sob intensa campanha para conscientizar a população - que possui cerca de 2 mil habitantes, em sua maioria, com mais de 65 anos - sobre como reduzir a produção de lixo a tratar os resíduos gerados.
O incinerador da aldeia foi desativado e se transformou na Zero Waste Academy, uma espécie de cooperativa que - muito além do papel, alumínio e plástico e vidro - recicla resíduos de 34 categoria. Os moradores da cidades foram capacitados para separar, de forma segura o lixo em suas casas e imcubidos de levar os resíduos ao Zero Waste Academy - já que por ser uma região montanhosa, não há coleta de lixo porque os caminhões de lixo não tem acesso.
Por fim, todos moradores da aldeia foram incentivados a comprar composteiras domiciliares - que, graças a um programa de governo, são vendidas na região por um preço mais acessível - e capacitados para transformar os resíduos orgânicos que produzem em fertilizante.
O resultado? Até agora, a taxa de reciclagem aumentou de 55% para 80% e a quantidade de resíduos queimados diminuiu 50%, graças a processo de compostagem - e ainda faltam 9 anos para o fim do prazo estipulado pela Zero Waste. Alguém dúvida que eles conseguiram.
O Grupo NT apoia essa iniciativa, e luta para que em todas as cidades do mundo seja assim.
Vamos nos conscientizar!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Uso do FGTS e da poupança para compra de imóveis tendem a diminuir!


Os recursos das cardenetas de poupança e do FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço), atualmente utilizados em sua maioria para o financiamento da compra de imóveis, serão insuficientes, em três ou quatro anos, para o SFN (Sistema Financeiro Nacional) manter o ritmo crescente de investimentos em novas moradias. A avaliação é do presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habilitação do Estado de São Paulo), João Crestana.

Para ele, a cadeia envolvida no setor precisa discutir formas de promover ajustes legais e culturais que viabilizem novas fontes de recursos destinadas ao financiamento habitacional. Bancos públicos e privados, a Abecip (Assossiação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) e empresas securitizadoras devem estudar a questão, sugere Crestana.
Números da Abecip mostram que as instituições bancárias financiaram, 1,052 milhões de imóveis residenciais no ano pasasado, no valor de R$ 83,7 bilhões, com aumento recorde de 67% no volume de recursos, em relação a 2009. O crescimento do número de moradias foi de 57%. Esses índices foram atingidos com recursos do FGTS, que financiou 631 mil imóveis. O SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) financiou a compra de 421 mil moradias, no período.

Principal financiadora habitacional do país, a Caixa Econômica executa todos os programas do governo que facilitam o acesso da populações de baixa renda à casa própria, incluindo o programa Minha Casa, Minha Vida. Desde março de 2009, quando foi criado, o programa consumiu R$ 51,3 bilhões na contratação de 1,005 milhão de moradias.

A determinação da presidente Dilma Roussef é para que, na segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, sejam financiados mais de 2 milhões de moradias até 2014. Como os níveis de utilização de recursos de poupança e do FGTS estão muito altos, beirando 70% dos respectivos estoques, segundo a Caixa, Crestana defende que haja fontes alternativas de financiamento habitacional.

O presidente da Abecip, Luiz Antônio Nogueira de França, faz o mesmo alerta. Ele lembra que, além do financiamento habitacional, haverá gastos vultosos também por conta da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Para ele, o constante crescimento do mercado imobiliário exige a definição urgente de outras opções de crédito como securitização, letras de crédito imobiliário (LCI) e letras financeiras com lastro imobiliário (LTI), hoje em estudo pelo Banco Central, pela Caixa e por demais agentes financeiros.

Fonte: R7

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Música e performance na atividade física!


Renato Dutra. "Observo cada vez mais pessoas correndo nas esteiras, parques e ruas utilizando algum tipo de tocador de música. Diversos praticantes relatam que ouvir música durante a atividade fornece uma motivação extra". O notável fundista Haile Gebrselassie declarou que tira muita energia da música " The Scatman", que o ajuda a superar-se. E podemos observar muitos atletas com headfones no momentos que antecedem as competições.
Parece que existe alguma relação entre música e a performance esportiva. Há muitas pesquisas investigando seus efeitos sobre os praticantes. Um estudo já demonstrou, por exemplo, que ouvir música antes de uma sessão de musculação eleva o nível de força. Em outra pesquisa, os participantes relataram que o exercício pareceu menos exaustivo quando ouvia música.
Atualemente já é possível montar uma sequência de músicas compatível com com a sessão de exercícios. O "ritmo" das músicas acompanha os das passadas, pedaladas e inclusive braçadas. Durante uma aula de spinning, por exemplo, a sessão inicia comum som mais suavee, à medida que o exercício vai se intensificando, as músicas ficam mais rápidas e as batidas mais frequentes. Já no final da aula, o ritmo volta a se acalmar, induzindo um efeito de relaxamento.
Um alerta, é preciso ter muito cuidado, com praticantes, que usam headfones na rua. Há diversos casos de ciclistas e corredores que foram atropelados ou tropeçaram. Fato: ficamos mais distraídos e devemos utilizar esse recurso sob condições de segurança. Esteiras são mais seguras para curtir um som volume alto. Porque são locais que demandam maior cuidado, por conta do grande número de pessoas que costumam frequentá-los.
Fonte: Renato Dutra - VEJA

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mau humor crônico pode ser doença


Os ranzinzas devem deixar a cara fechada de lado e parar de brigar. Mau humor e irritabilidade em excesso podem caracterizar uma doença chamada distimia - tipo de depressão caracterizada pelo mau humor crônico, baixa autoestima e dificudade de relacionaento.
"Os sintomas da doença não aparecem repentinamente e são de intensidade leve, se comparados com episódios depressivos graves", diz Ricardo Moreno, psicólogo do Hospital das Clínicas da FMUSP.
Como a doença demora algun dias para aparecer, muitos zangados confundem as eventuais falta de humor e prazer com os sintomas da distimia. "É natural que, de vez em quando, as pessoas apresentem uma ligeira variação de humor. Issó é preocupante quando o quadro permanecer por 15 dias ou mais", explica Moreno.
Hoje a doença atinge 5% da população mundial e é mais frequente em jovens entr 20 e 25 anos. Quando não tratada ou controlada, a distimia pode evoluir para casos de depressão crônica. Por isso o diagnóstico precoce é tao importante.
O tratamento do distímico é longo e deve ser feito com psicoterapia e medicamentos antidepressivos. " Mesmo que o idivíduo tenha uma melhora significativa, é importante persistir no tratamento, para evitar novos episódis", diz Moreno.

Fonte: Metro

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Brasil vira foco de montadoras de Estados Unidos e Europa.

País já é o 3º mercado da Ford, General Motors, Renault e Volkswagen. Há dois anos, a Fiat do Brasil ultrapassou a matriz e é a que mais vende.

O Brasil já foi considerado uma "aventura" por multinacionais do setor automobilístico. Hoje é o 3º mercado mais importante para grandes grupos - Ford, General Motors, e o que mais vende carros da Fiat.
Com venda recorde de 3,5 milhões de veículos novos em 2010, o país confirmou o inédito posto de quarto maior mercado mundial. Com isso, as filiais das montadoras ampliaram as contribuições o negócios globais, ajudando a amenizar resultados negativos das empress mães nos Estados Unidos e Europa.
Há dois anos, a Fiat do Brasil, ultrapassou a matriz italiana e é a que mais vende carros da marca no mundo. Nesse período, ampliou sua participação dos negócios globais de 30,5% para 35%.
A Fiat vendeu cerca de 690 automóveis em sua terra natal em 2010 e 760,5 mil no Brasil. O grupo tem fábricas em oito países, entre os quais Polônia - terceiro maior consumidor - e Índia.
Em dezembro passado, a Fiat anunciou a construção de uma fábrica no Brasil em Pernambuco que consumirá investimentos de R$3 bilhões e será capaz de produzir 200 mil veículos por ano.

Fonte: G1

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Venda de carros e comerciais leves é recorde em dezembro.

São Paulo - As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil e dezembro bateram o recorde histórico de março de 2010, somando 361,3 mil unidades, informou uma fonte com acesso aos dados à Reuters nesta segunda feira.
Em todo o ano de 2010, as vendas somaram 3,33 milhões de unidades, um crescimento de 10,6 % sobre as 3,01 milhões de 2009. O volume anual confirma expectativa da indústria sobre o quarto recorde consecutivo das vendas no setor.
Na coparação com novembro, as vendas de dezembro fora 16% maiores e ante o mesmo mês de 2009 houve alta de 30%.
O recorde mensal anterior, de março de 2010, era de 337,4 mil automóveis e comerciais leves e tinha sido impulsionado pela antecipação dos consumidores à retirada de incentivos às vendas concedidos pelo governo federal quando a crise financeira internacional atingiu o país no final de 2008.
Nos últimos anos, o mês de dezembro vem apresentando picos de emplacamentos de veículos, em um movimento e que montadoras e distribuidores correm para fechar seus balanços.
A associação que representa os concessionários de veículos, Fenabrave, apresentará dados de vendas em dezembro e de 2010 do setor na quarta-feira, dia 5. A entidade que representa as montadoras instaladas no país, Anfavea, apresentará um balanço da indústria, também incluindo produção e exportações, na quinta-feira, di 6.
Para 2011, a Anfavea espera renovação do recorde de vendas de 2010, para 3,63 milhões de veículos - incluíndo também caminhões e ônibus.
Embora a Fiat tenha encerrado 2010 na liderança do setor, General Motors e Ford apresenta os maiores crescimentos de vendas entre as quartro principais montadoras de veículos do país.
A montadora italiana encerrou 2010 com vendas de 760.495 automóveis e comerciais leves, alta de 3,2 % sobre o volume vendido em 2009. Volkswagen comercializou 700.354 veículos, crescimento de 2,3%. A General Motors, registrou 657.700 emplacamentos, expansão de 10,4. A Ford fechou. A Ford fechou o ano com 336.281 unidades vendidas, alta de 10,6%.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Começo de ano e impostos pesam no primeiro bimestre.






Impostos e educação pesam no primeiro bimestre.


Basta chegar janeiro que os brasileiros de deparam com uma amarga realidade. Após um final de ano com o orçamento "engordado" por receitas extraordinárias - como o 13 salário, os "bônus" dos que atuam no setor corporativo, etc -, o orçamento familiar tem de invariavelmente lidar com a concentração de despesas típicas do primeiro bimestre. Destacam-se tributos e gastos com educação (veja o quadro).

Se os consumidores se descuidam, comprando presentes além da conta, por exemplo, correm o risco de "torrar" boa parte ganho extra de novembro e dezembro e se verem em dificuldade para pagar as faturas do ano que se inicia. Pior ainda se fazer dívida com parcelas vencem já no primeiro mês do ano. para que ninguém tenha de se privar do "prazeres" do Natal e do Reiveillon sem se arrepender depois, nada melhor que disciplina e planejamento.


Fonte: veja

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Ar- condicionado aumenta o consumo do carro?

O ar-condicionado aumenta o consumo em cerca de 10%.

Essa é a dúvida de vários motoristas. E a resposta é depende...

O uso do ar-condionado aumenta o consumo em cerca de 10%. Em contrapartida, um carro com vidros abertos também gasta 10% a mais ( a partir dos 70 Km/h).

Isso é causado pelo arrasto aerodinâmico do vento que entra na cabine. Os vidros abertos funcionam como se fossem um paraquedas, freando o carro e aumentando o consumo.

Ou seja, pensando apenas no lado econômico, se você rodar a velocidades inferiores a 70 Km/h (uso urbano), compensa andar com os vidros abertos. Caso contrário (uso rodoviário), o ar condicionado é mais vantajoso.

Na prática, porém, a economia gerado ao usar o carro com vidros abertos na cidade, não compensa a exposição ao risco de ser assaltado em um farol.

Se você tem um automóvel com ar-condicionado, prefira sempre andar com os vidros fechados. É mais confortável e bem mais seguro.

Fonte: R7

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Rastreador da Ituran

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Brasil sobe no ranking da educação.

Brasília - O Brasil teve a terceira maior evoulção na área educacional ao se considerar as médias de 65 nações, de acordo com os resultados do Programa Internacional de Avaliação (PISA -na sigla em inglês), realizado a cada três anos pela organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado hoje.

O país conseguiu superar a barrera dos 400 pontos em leitura de ciências, mas ficou abaixo desse patamar em matemática. O resultado, no entando, ainda está longe de ser positivo. Nas três áreas, pelo menos a metade dos jovens brasileiros não consegue passar do nível mais básico de compreensão.

Pisa avalia estudantes de 15 anos completos em todos os países membros da OCDE, mais os convidados - como Brasil, México, Argentina e Chile, entre outros. Em 2009, ano da prova mais recente, foram selecionados 400 mil jovens em todo 0 mundo, incluindo 20 mil brasileiros de todos os estados. A escolha pela faixa etária permite uma comparação entre os diferentes países, mesmo que os sistemas de ensino sejam diferentes.

Evolução
A matemática ainda é o ponto mais fraco dos estudantes do país. Apesar de ter subido 16 pontos, a média nacional - de 386 - ainda fica 111 pontos abaixo da média da OCDE. Em ciências, a média brasileira subiu 15 pontos e chegou a 405, enquanto a leitura, onde houve a maior evolução - 17 pontos - alcançou 412.

Os melhores números, no entanto, ainda deixam uma boa parte dos alunos pelo caminho. Em leitura, quase metade dos brasileiros avaliados alcança apenas o nível 1. Em três anos, houve uma melhoria de apenas 6%. O nível significa que esses adolescentes são capazes de encontrar informações explícitas nos textos e ralacioná-las com o cotidiano deles. E só. Não são analfabetos, mas têm somente o grau mínimo de habilidade de leitura.

Em matemática, 69% dos estudantes do País chegam apenas ao nível 1, contra 73% em 2006. Esses jovens não conseguem ir além dos problemas mais básicos e têm dificuldades de aplicar conceitos e fórmulas. Na avaliação da OCDE, eles teriam inclusive dificuldades de tirar proveito de uma educação mais avançada.

Em ciências, 54,2% dos brasileiros avaliados ficaram no nível 1 - ou seja, conseguem apenas entender o óbvio e têm enormes dificuldades de usar ou compreender essa disciplina. Em 2006, 61% estavam nesse patamar.

Na outra ponta, apenas 1,3% dos estudantes atinge os níveis de 5 a 6 em leitura, 0,8% em matemática e 0,6% em ciências.

A evolução revelada na prova foi comemorada pelo governo, já que em apenas três anos o País conseguiu mostrar, pela primeira vez, resultados consistentes. Entre 2003 e 2006, a média geral brasileira havia crescido apenas um ponto. Em leitura, havia caído 10, e permanecidos estável em ciências. Apenas matemática havia crescido. Nesta edição, o Brasil conseguiu superar, na América Latina, Colômbia e Argentina, mas ainda está atrás do Chile, Uruguai e México.

Fonte:Veja

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Venda de carros tem o 2º melhor mês da história.

A vendas de veículos novos mantêm fôlego e novembro se consolida como o segundo melhor mês da história em número de unidades vendidas. Até segunda-feira, os registros de licenciamentos já acumulavam 305,8 mil unidades. Com os dados de ontem , o saldo passará de 320 mil automóveis, comerciais leves caminhôes e ônibus, volume inferior apenas ao de março com 353,7 mil unidades comercializadas.
Ao longo de novembro, a média diária de vendas foi de 16 mil veículos mas, tradicionalmente, no fim do mês há um aumento de registros. No acumulo do ano, os negócios já somavam 3,11 milhôes de veículos até segunda-feira. Cerca de 18% desse volume é de modelo importado.
Em todo ano passado foram vendidos 3,14 milhôes de veículos. Os dados apontam que a indústria deve atingir com folga a projeção de vendas de 3, 4 milhões de unidades em 2010. O que representará o aumento de 8,2% em relação ao ano passado e novo recorde para a indústria. Para 2011, a previsão do setor é continuar crescendo, mas em ritmo menos, de 5% a 6%.
Fábio Silveira, da RC Consultores, aposta em um mercado superior a 3,7 milhôes de veículos em 2011, mas com participação ainda maior dos importados, que deve chegar a 20%.
"É importante estar atento ao crescimento extraordinário das importações", alerta Silveira. Para ele, o desempenho não deve chegar a colocar a indústria nacional em cheque, mas medidas são necessárias para evitar um avanço maior. " A indústria precisará avançar no processo de modernização, mas também são necessárias mudanças no ambiente macroeconômico que envolvem redução da carga tributária em alguma modalidade e também no sistema bancário, que precisa encontrar uma forma de baratear o custo de capital de giro".
Preços estáveis. O diretor da Consutoria ADK , Paulo Roberto Garbossa, também acredita que "o fôlego de mercado brasileiro vai continuar no próximo ano, pois a competição será mais forte, com a pulverização maior de marcar no mercado.
Só em automóveis e comerciais leves foram vendidos em novembro 289,7 mil unidades até o dia 29, alta de 8,2 % em relação a outubro. No ano, as vendas somam 2,94 milhôes de unidades, cera de 8% a mais em relação ao mesmo período de 2009.
Juros em queda, prazos longos para financiamento, aumento da massa salarial e preços estáveis impulsionaram o mercado. Segundo indice AutoInforme/Molicar, de janeiro a outubro os preços médios dos carros novos subiram 1,59%, ante a inflação de 5,08% medida pela IPC da FIPE.
Em novembro os modelos mais vendidos foram Gol (27,9 mil unidades até sgunda-feira), Uno ( 21,7 mil), Celta (13,2), Corsa sedã ( 12,6), Fox (11,4) e Palio (11,2). Entre as fabricantes a Fiat segue na liderança com 22,4% das vendas, seguidas por VW com (21,8) e GM (19,2).

Fonte: Estadão

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Curioso caso ainda sem explicação científica.

Durante duas décadas, no início dos anos de 1860 à 1880, os trabalhadores das minas de carvão dos Estados Unidos foram oprimidos com as desumanas condições de trabalho impostas pelo seus patrões, de maioria descendentes de ingleses e gauleses.
Os mineiros, quase todos irlandeses, criaram a Mollie Marguires, uma sociedade secreta que tinha como objetivo reduzir os demandos dos proprietários das minas de carvão da Pennsylvana.
A Mollie Maguires realizou manifestações e, também, tulmutos, onde morreram cerca de 150 pessoas. Oa proprietários das minas resolveram contra-atacar, solicitando o serviço de uma agência de detetives, que colocou um dos sesu agentes infiltrados entre os operários. Logo esse agente se tornava um dos membros da Mollie Maguires. Com seus relatos, doze integrantes da sociedade secreta foram condenados a forca em 1877. Entre os condenados estava Alexander Campbell, que jurava ser inocente pelo assassinato de um supervisor de uma das minas, Porem seu algozes não levaram em conta sua declaração e o mataram.
Era arrastado para a cela 17, de onde aguardaria o momento de sua morte, Campbell esfregou a sua mão esquerda no chão e pressionou-a contra a parede, declarando aos gritos:
- Está impressão permancerá aqui para sempre, como prova de minha inocência.
A profecia de Campbell se cumpriu. Ainda hoje, pode ser vista a sua impressão palmar crivada na cela onde aguardou, inconformado, a morte. Nenhum dos vários esforços para retirar a marca teve êxito. Em 1930, um xerife recentemente eleito, prometeu retirar a impressão, mandando substituir o pedaço de reboco que tinha a marca de Campbell por um novo. Na manhã seguinte, o xerife voltou a Cela 17 e a impressão de Campbell novamente se encontrava na parede. Em 1978, um pintor de entrou às escondidas e pintou aquele pedaço de reboco, mas, para seus espanto, a impressão voltou a ficar visível na tinta fresca, para mostrar a todos os seus observadores o erro que implicou no sacrifício de uma vida.
Mundo estranho.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Cultura e lazer na cidade de São Paulo: A peça TPM está em cartaz.


TPM - TEMPO PARA MULHERES
O espetáculo fala do universo feminino comtemporâneo. Mulheres à beira de um ataque de nervos: as neuroses, as dúvidas, os hormônios, os relacionamentos em pleno secúlo XXI, onde tudo parece estar à um passo do próximo colapso. O cenário é uma grande rave, onde as mulheres com todo tipo de problemas vêm fazer suas confissões Seus problemas? Solidão, compulsão por comida, por sexo, dificuldade de relacionamento com as pessoas e com o sexo oposto, medo de envelhecer, de morrer, da vida; TOC, síndrome do pânico, bulumia, o ciúme descontrolado, bipolaridade, problemas que afetam, a cada dia, um número maior de mulheres.
Direção: Amauri Ernani
Elenco: Paula Gianini, Amauri Ernani, Chico Terra e Shirley Bonani.
Estréia: 9 de janeiro (sábado)
Até 28 de Novembro, sábado as 22h40
Teatro Maria Della Costa (370 lugares)
Rua: Paim, 72 (Bela Vista)
Telefone: (11) 3256-9115
Ingressos: R$ 40,00 e meia entrada.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

sustentabilidade

Árvores luminicentes podem substituir postes de luz



Cientistas taiwaneses estão desenvolvendo o bio-LED, que consiste em folhas de árvores que emitem luz própria, de coloração vermelha. Pode parecer filme de ficção científica, mas é real: nanopartículas de ouro são introduzidas nas árvores e fazezm com que a clorofila "se acenda".

Além de economizar energia, as árvores luminicentes ainda fazem mais fotossíntese que as comuns, o que significa que mais carbono está sendo extraído da atmosfera e transformado em oxigênio.

As árvores com luz própria poderiam ser usadas para substituir postes de luz em estradas e também iluminar parques. Os primeiros testes foram feitos com a bacopa caroliniana, muito usada na ornamentação de aquários, mas os cientistas estão estudando formas de implantar as partículas de ouro em outras biomoléculas.

fonte: superinteressante/blogs/planeta

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Curiosidades

Por que sentimos mais dor no frio?



Sabe a diferença entre fatalidade e tragédia? Fatalidade é bater o pé no batente da porta; tragédia é bater em um dia frio. O que torna a dor maior nas temperaturas menores é a contração dos músculos e dos vasos sanguíneos.

A intenção do nosso corpo até que é das melhores: os músculos se contraem involuntariamente para se manterem aquecidos, e o sangue sai das articulações em direção ao tronco para manter nossa temperatura constante. O problema, como qualquer mindinho pode confirmar, é que uma pancada em uma articulação contraída e sem sangue dói muito mais que uma normal. Uma hipótese é que, além disso, o frio tornaria mais sensíveis os receptores livres, os terminais nervosos que levam a sensação de dor para o cérebro. Segundo a psicologia evolutiva, a intenção é que doa mais mesmo. Parece contraintuitivo, mas a teoria é a seguinte: como no frio a prioridade é se aquecer, não se mexer, ao longo do tempo teriam sido selecionados os indivíduos que sentiam mais dor e, consequentemente, se arriscavam menos em baixas temperaturas. Como diz o sociobiólogo Robert Trivers, "a Mãe Natureza prefere seus filhos mais comportados".



fonte: superinteressante.com

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Compras de Natal

Polícia reforça segurança na 25 de Março
PM irá ampliar contingente em 20% para o Natal.



A PM começa na semana que vem a Operação Natal na região da rua 25 de Março, no Centro. A iniciativa prevê um reforço de 20% sobre o efetivo de 220 homens que já atuam na região como parte da Operação Delegada, iniciada em dezembro do ano passado.

O PM que participa das ações de combate ao comércio irregular recebe um extra no salário, pago pela prefeitura. Segundo a Univinco (União dos Lojistas da 25 de Março), a CET também irá restringir, a partir da semana que vem, o tráfego na rua comercial.

Os bloqueios serão feitos entre as ruas Carlos de Souza Nazaré e a ladeira Porto Geral. A intenção é evitar tumultos durante os dias de maior concentração. Durante a operação, serão criados bolsões de estacionamento. A Univinco informa que 70% das lojas da 25 de Março irão abrir aos domingos a partir da próxima semana. Ontem, a prefeitura informou que a Operação Delegada começou nas prefeituras do Ipiranga, Vila Prudente, São Miguel e Itaim Paulista. No Itaim Paulista, a chegada dos Pms gerou confronto ña manhã de ontem. Ambulantes ilegais jogaram barracas e pedaços de pau nos policiais, que responderam com bombas de efeito moral.


fonte: Metro São Paulo