segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Brasil vira foco de montadoras de Estados Unidos e Europa.

País já é o 3º mercado da Ford, General Motors, Renault e Volkswagen. Há dois anos, a Fiat do Brasil ultrapassou a matriz e é a que mais vende.

O Brasil já foi considerado uma "aventura" por multinacionais do setor automobilístico. Hoje é o 3º mercado mais importante para grandes grupos - Ford, General Motors, e o que mais vende carros da Fiat.
Com venda recorde de 3,5 milhões de veículos novos em 2010, o país confirmou o inédito posto de quarto maior mercado mundial. Com isso, as filiais das montadoras ampliaram as contribuições o negócios globais, ajudando a amenizar resultados negativos das empress mães nos Estados Unidos e Europa.
Há dois anos, a Fiat do Brasil, ultrapassou a matriz italiana e é a que mais vende carros da marca no mundo. Nesse período, ampliou sua participação dos negócios globais de 30,5% para 35%.
A Fiat vendeu cerca de 690 automóveis em sua terra natal em 2010 e 760,5 mil no Brasil. O grupo tem fábricas em oito países, entre os quais Polônia - terceiro maior consumidor - e Índia.
Em dezembro passado, a Fiat anunciou a construção de uma fábrica no Brasil em Pernambuco que consumirá investimentos de R$3 bilhões e será capaz de produzir 200 mil veículos por ano.

Fonte: G1

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Venda de carros e comerciais leves é recorde em dezembro.

São Paulo - As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil e dezembro bateram o recorde histórico de março de 2010, somando 361,3 mil unidades, informou uma fonte com acesso aos dados à Reuters nesta segunda feira.
Em todo o ano de 2010, as vendas somaram 3,33 milhões de unidades, um crescimento de 10,6 % sobre as 3,01 milhões de 2009. O volume anual confirma expectativa da indústria sobre o quarto recorde consecutivo das vendas no setor.
Na coparação com novembro, as vendas de dezembro fora 16% maiores e ante o mesmo mês de 2009 houve alta de 30%.
O recorde mensal anterior, de março de 2010, era de 337,4 mil automóveis e comerciais leves e tinha sido impulsionado pela antecipação dos consumidores à retirada de incentivos às vendas concedidos pelo governo federal quando a crise financeira internacional atingiu o país no final de 2008.
Nos últimos anos, o mês de dezembro vem apresentando picos de emplacamentos de veículos, em um movimento e que montadoras e distribuidores correm para fechar seus balanços.
A associação que representa os concessionários de veículos, Fenabrave, apresentará dados de vendas em dezembro e de 2010 do setor na quarta-feira, dia 5. A entidade que representa as montadoras instaladas no país, Anfavea, apresentará um balanço da indústria, também incluindo produção e exportações, na quinta-feira, di 6.
Para 2011, a Anfavea espera renovação do recorde de vendas de 2010, para 3,63 milhões de veículos - incluíndo também caminhões e ônibus.
Embora a Fiat tenha encerrado 2010 na liderança do setor, General Motors e Ford apresenta os maiores crescimentos de vendas entre as quartro principais montadoras de veículos do país.
A montadora italiana encerrou 2010 com vendas de 760.495 automóveis e comerciais leves, alta de 3,2 % sobre o volume vendido em 2009. Volkswagen comercializou 700.354 veículos, crescimento de 2,3%. A General Motors, registrou 657.700 emplacamentos, expansão de 10,4. A Ford fechou. A Ford fechou o ano com 336.281 unidades vendidas, alta de 10,6%.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Começo de ano e impostos pesam no primeiro bimestre.






Impostos e educação pesam no primeiro bimestre.


Basta chegar janeiro que os brasileiros de deparam com uma amarga realidade. Após um final de ano com o orçamento "engordado" por receitas extraordinárias - como o 13 salário, os "bônus" dos que atuam no setor corporativo, etc -, o orçamento familiar tem de invariavelmente lidar com a concentração de despesas típicas do primeiro bimestre. Destacam-se tributos e gastos com educação (veja o quadro).

Se os consumidores se descuidam, comprando presentes além da conta, por exemplo, correm o risco de "torrar" boa parte ganho extra de novembro e dezembro e se verem em dificuldade para pagar as faturas do ano que se inicia. Pior ainda se fazer dívida com parcelas vencem já no primeiro mês do ano. para que ninguém tenha de se privar do "prazeres" do Natal e do Reiveillon sem se arrepender depois, nada melhor que disciplina e planejamento.


Fonte: veja

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Ar- condicionado aumenta o consumo do carro?

O ar-condicionado aumenta o consumo em cerca de 10%.

Essa é a dúvida de vários motoristas. E a resposta é depende...

O uso do ar-condionado aumenta o consumo em cerca de 10%. Em contrapartida, um carro com vidros abertos também gasta 10% a mais ( a partir dos 70 Km/h).

Isso é causado pelo arrasto aerodinâmico do vento que entra na cabine. Os vidros abertos funcionam como se fossem um paraquedas, freando o carro e aumentando o consumo.

Ou seja, pensando apenas no lado econômico, se você rodar a velocidades inferiores a 70 Km/h (uso urbano), compensa andar com os vidros abertos. Caso contrário (uso rodoviário), o ar condicionado é mais vantajoso.

Na prática, porém, a economia gerado ao usar o carro com vidros abertos na cidade, não compensa a exposição ao risco de ser assaltado em um farol.

Se você tem um automóvel com ar-condicionado, prefira sempre andar com os vidros fechados. É mais confortável e bem mais seguro.

Fonte: R7

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Brasil sobe no ranking da educação.

Brasília - O Brasil teve a terceira maior evoulção na área educacional ao se considerar as médias de 65 nações, de acordo com os resultados do Programa Internacional de Avaliação (PISA -na sigla em inglês), realizado a cada três anos pela organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado hoje.

O país conseguiu superar a barrera dos 400 pontos em leitura de ciências, mas ficou abaixo desse patamar em matemática. O resultado, no entando, ainda está longe de ser positivo. Nas três áreas, pelo menos a metade dos jovens brasileiros não consegue passar do nível mais básico de compreensão.

Pisa avalia estudantes de 15 anos completos em todos os países membros da OCDE, mais os convidados - como Brasil, México, Argentina e Chile, entre outros. Em 2009, ano da prova mais recente, foram selecionados 400 mil jovens em todo 0 mundo, incluindo 20 mil brasileiros de todos os estados. A escolha pela faixa etária permite uma comparação entre os diferentes países, mesmo que os sistemas de ensino sejam diferentes.

Evolução
A matemática ainda é o ponto mais fraco dos estudantes do país. Apesar de ter subido 16 pontos, a média nacional - de 386 - ainda fica 111 pontos abaixo da média da OCDE. Em ciências, a média brasileira subiu 15 pontos e chegou a 405, enquanto a leitura, onde houve a maior evolução - 17 pontos - alcançou 412.

Os melhores números, no entanto, ainda deixam uma boa parte dos alunos pelo caminho. Em leitura, quase metade dos brasileiros avaliados alcança apenas o nível 1. Em três anos, houve uma melhoria de apenas 6%. O nível significa que esses adolescentes são capazes de encontrar informações explícitas nos textos e ralacioná-las com o cotidiano deles. E só. Não são analfabetos, mas têm somente o grau mínimo de habilidade de leitura.

Em matemática, 69% dos estudantes do País chegam apenas ao nível 1, contra 73% em 2006. Esses jovens não conseguem ir além dos problemas mais básicos e têm dificuldades de aplicar conceitos e fórmulas. Na avaliação da OCDE, eles teriam inclusive dificuldades de tirar proveito de uma educação mais avançada.

Em ciências, 54,2% dos brasileiros avaliados ficaram no nível 1 - ou seja, conseguem apenas entender o óbvio e têm enormes dificuldades de usar ou compreender essa disciplina. Em 2006, 61% estavam nesse patamar.

Na outra ponta, apenas 1,3% dos estudantes atinge os níveis de 5 a 6 em leitura, 0,8% em matemática e 0,6% em ciências.

A evolução revelada na prova foi comemorada pelo governo, já que em apenas três anos o País conseguiu mostrar, pela primeira vez, resultados consistentes. Entre 2003 e 2006, a média geral brasileira havia crescido apenas um ponto. Em leitura, havia caído 10, e permanecidos estável em ciências. Apenas matemática havia crescido. Nesta edição, o Brasil conseguiu superar, na América Latina, Colômbia e Argentina, mas ainda está atrás do Chile, Uruguai e México.

Fonte:Veja

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Venda de carros tem o 2º melhor mês da história.

A vendas de veículos novos mantêm fôlego e novembro se consolida como o segundo melhor mês da história em número de unidades vendidas. Até segunda-feira, os registros de licenciamentos já acumulavam 305,8 mil unidades. Com os dados de ontem , o saldo passará de 320 mil automóveis, comerciais leves caminhôes e ônibus, volume inferior apenas ao de março com 353,7 mil unidades comercializadas.
Ao longo de novembro, a média diária de vendas foi de 16 mil veículos mas, tradicionalmente, no fim do mês há um aumento de registros. No acumulo do ano, os negócios já somavam 3,11 milhôes de veículos até segunda-feira. Cerca de 18% desse volume é de modelo importado.
Em todo ano passado foram vendidos 3,14 milhôes de veículos. Os dados apontam que a indústria deve atingir com folga a projeção de vendas de 3, 4 milhões de unidades em 2010. O que representará o aumento de 8,2% em relação ao ano passado e novo recorde para a indústria. Para 2011, a previsão do setor é continuar crescendo, mas em ritmo menos, de 5% a 6%.
Fábio Silveira, da RC Consultores, aposta em um mercado superior a 3,7 milhôes de veículos em 2011, mas com participação ainda maior dos importados, que deve chegar a 20%.
"É importante estar atento ao crescimento extraordinário das importações", alerta Silveira. Para ele, o desempenho não deve chegar a colocar a indústria nacional em cheque, mas medidas são necessárias para evitar um avanço maior. " A indústria precisará avançar no processo de modernização, mas também são necessárias mudanças no ambiente macroeconômico que envolvem redução da carga tributária em alguma modalidade e também no sistema bancário, que precisa encontrar uma forma de baratear o custo de capital de giro".
Preços estáveis. O diretor da Consutoria ADK , Paulo Roberto Garbossa, também acredita que "o fôlego de mercado brasileiro vai continuar no próximo ano, pois a competição será mais forte, com a pulverização maior de marcar no mercado.
Só em automóveis e comerciais leves foram vendidos em novembro 289,7 mil unidades até o dia 29, alta de 8,2 % em relação a outubro. No ano, as vendas somam 2,94 milhôes de unidades, cera de 8% a mais em relação ao mesmo período de 2009.
Juros em queda, prazos longos para financiamento, aumento da massa salarial e preços estáveis impulsionaram o mercado. Segundo indice AutoInforme/Molicar, de janeiro a outubro os preços médios dos carros novos subiram 1,59%, ante a inflação de 5,08% medida pela IPC da FIPE.
Em novembro os modelos mais vendidos foram Gol (27,9 mil unidades até sgunda-feira), Uno ( 21,7 mil), Celta (13,2), Corsa sedã ( 12,6), Fox (11,4) e Palio (11,2). Entre as fabricantes a Fiat segue na liderança com 22,4% das vendas, seguidas por VW com (21,8) e GM (19,2).

Fonte: Estadão